19 de novembro de 2010
25 de fevereiro de 2010
17 de fevereiro de 2010
Coimbra e seus Fados

Olá,
Atendendo a que já são 500 o nº de visitantes deste blog "Amizade 100 limites" vou empenhar-me em lhe dar continuidade com constância. Assim, tentarei!
Vamos ver se os visitantes também se decidem a partilhar as suas emoções fortes!
Há dois anos iniciei a rota das Beiras com a ida ao Luso, Buçaco uma vez e Caramulo noutra... e ainda há muito que ver...
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Há dois anos iniciei a rota das Beiras com a ida ao Luso, Buçaco uma vez e Caramulo noutra... e ainda há muito que ver...
Este ano visitámos a Costa de Prata, alguns dias em Coimbra, na Curia, com passagem pela Mealhada e praia de Mira.
Recomedo-vos este site sobre Coimbra:
Quanto à minha experiência o que vos posso contar e recomendar:
JARDINS E ESPAÇOS VERDES
Parque Verde do Mondego
Inaugurado em Julho de 2004, o Parque Verde do Mondego é um projecto da autoria do Arquitecto Camilo Cortesão, enquadrado no programa Polis Coimbra, que abrange as duas margens do Rio Mondego.
Trata-se de um imenso espaço verde, onde é possível encontrar bares, restaurantes, um parque infantil, pavilhões de exposições temporárias e o Pavilhão Centro de Portugal, projectado por Souto Moura e Álvaro Siza Vieira. A ligar as margens esquerda e direita existe a Ponte Pedonal Pedro e Inês, da autoria de Adão Fonseca e Cecil Balmond, que foi inaugurada a 26 de Novembro de 2006. É uma estrutura anti-simétrica com 275 metros de comprimento, que se eleva a 10 metros da água, apresentando no centro uma praça com oito metros de largura, definida como local de pausa e de meditação.
Trata-se de um imenso espaço verde, onde é possível encontrar bares, restaurantes, um parque infantil, pavilhões de exposições temporárias e o Pavilhão Centro de Portugal, projectado por Souto Moura e Álvaro Siza Vieira. A ligar as margens esquerda e direita existe a Ponte Pedonal Pedro e Inês, da autoria de Adão Fonseca e Cecil Balmond, que foi inaugurada a 26 de Novembro de 2006. É uma estrutura anti-simétrica com 275 metros de comprimento, que se eleva a 10 metros da água, apresentando no centro uma praça com oito metros de largura, definida como local de pausa e de meditação.
Empréstimo de BicicletasMargem esquerda do Rio Mondego
Aluguer de Karts a Pedais Margem direita do Rio Mondego
Aluguer de Canoas Margem direita do Rio Mondego – Centro Náutico
Aluguer de Karts a Pedais Margem direita do Rio Mondego
Aluguer de Canoas Margem direita do Rio Mondego – Centro Náutico
Penedo da Saudade com vista sobre a cidade:
É um promontório rochoso, hoje ajardinado, cujo nome advém da tradição, segundo a qual D. Pedro ia frequentemente ao local, então conhecido por Pedra dos Ventos, chorar a perda da sua saudosa Inês.
No séc. XX, por ocasião de reuniões de cursos e outros eventos académicos, foi sendo hábito colocar ao longo dos recantos do jardim lápides com versos, particularmente no recanto do jardim denominado "sala dos cursos". Bustos de poetas emblemáticos da cultura portuguesa, como António Nobre ou Eça de Queirós, perpetuam pelas alamedas a sua ligação à cidade de Coimbra.
No séc. XX, por ocasião de reuniões de cursos e outros eventos académicos, foi sendo hábito colocar ao longo dos recantos do jardim lápides com versos, particularmente no recanto do jardim denominado "sala dos cursos". Bustos de poetas emblemáticos da cultura portuguesa, como António Nobre ou Eça de Queirós, perpetuam pelas alamedas a sua ligação à cidade de Coimbra.
Jardim da Manga
Antigamente situava-se no centro de um dos três claustros do Mosteiro de Santa Cruz. No entanto, a lenda diz que o nome se deve ao facto de D. João III ter traçado o seu desenho na manga do seu gibão (vestidura antiga).
João de Ruão traçou o plano e executou os baixos-relevos para o interior dos quatro cubelos ou capelas. É uma das primeiras obras arquitectónicas inteiramente renascentistas feitas em Portugal e a sua estrutura é evocativa da Fonte da Vida.
João de Ruão traçou o plano e executou os baixos-relevos para o interior dos quatro cubelos ou capelas. É uma das primeiras obras arquitectónicas inteiramente renascentistas feitas em Portugal e a sua estrutura é evocativa da Fonte da Vida.
Jardim Botânico
O Jardim fazia parte integrante da Faculdade de Filosofia Natural e foi criado durante a Reforma Pombalina da Universidade de Coimbra, no ano de 1773. Somente terminado no séc. XIX, a sua exuberante vegetação reflecte os estudos e intercâmbios botânicos com todos os quadrantes do globo.
Parque de Santa Cruz
Popularmente conhecido como "Jardim da Sereia", estava integrado na cerca do Mosteiro de Santa Cruz e data do séc. XVIII.
A entrada do Jardim faz-se através de um arco triunfal, coroado por três estátua, que representam a Fé, a Esperança e a Caridade. O Arco é ainda ladeado por dois torreões de decoração barroca. O Terreiro do "jogo da Pela" continua com a sua cénica cascata ao fundo. A Fonte da Nogueira com uma estátua representando um Tritão (popularmente confundido com uma sereia) abrindo a boca a um golfinho, motivo pelo qual o jardim passou a ser denominado como "Jardim da Sereia."
A entrada do Jardim faz-se através de um arco triunfal, coroado por três estátua, que representam a Fé, a Esperança e a Caridade. O Arco é ainda ladeado por dois torreões de decoração barroca. O Terreiro do "jogo da Pela" continua com a sua cénica cascata ao fundo. A Fonte da Nogueira com uma estátua representando um Tritão (popularmente confundido com uma sereia) abrindo a boca a um golfinho, motivo pelo qual o jardim passou a ser denominado como "Jardim da Sereia."
Jardins da Quinta das Lágrima
A Quinta das Lágrimas deve o seu nome às desventuras do romance entre a dama Inês de Castro e o príncipe D. Pedro. A romântica tragédia coloca neste local a morte da bela Inês.
A Fonte dos Amores já aparece documentada pouco depois da morte de Inês de Castro, e integra-se hoje num parque de árvores centenárias, ruínas medievais e neo-góticas, tanques e regatos.
A Fonte dos Amores já aparece documentada pouco depois da morte de Inês de Castro, e integra-se hoje num parque de árvores centenárias, ruínas medievais e neo-góticas, tanques e regatos.
MONUMENTOS
Universidade de Coimbra
A Universidade de Coimbra é uma das mais antigas da Europa. Fundada em Lisboa por D. Dinis em 1290, foi definitivamente transferida para Coimbra em 1537, vindo a ocupar os edifícios do Paço Real Medieval. Durante os reinados de D. João V e D. José I, a instituição sofreu grandes reformas, não só a nível do ensino, mas também no que respeita à construção de novos edifícios de estilo barroco e neo-clássico.
Biblioteca Joanina
A construção iniciou-se em 1717, sob a égide de D. João V e é a mais famosa Biblioteca em Portugal, devido ao seu estilo único. No piso superior, a biblioteca é composta por três salas, comunicantes por arcos decorados em madeira policromada, idênticos à estrutura do portal. As paredes estão cobertas por estantes lacadas de vermelho e verde escuro, com decorações em chinoiserie dourada. Ao gosto barroco, as salas estão ornamentadas com decorações de ilusão óptica. Os cerca de 250 mil volumes que encerra esta "casa da Livraria" distribuem-se desde o século XII ao século XIX, e versam sobretudo o Direito (civil e canónico), a Teologia e a Filosofia.Capela de S. MiguelAs obras da construção da Capela de S. Miguel iniciaram-se em 1517, sob a direcção do arquitecto Marcos Pires. A fachada mostra uma porta em estilo manuelino, com acesso lateral atravé de uma porta neoclássica. No interior, é possível admirar um imponente órgão barroco de 1733, decorado em talha e chinoiseries ao estilo D. João V. As paredes da nave são revestidas de azulejos de tipo tapete, do século XVII, e do século XVIII os da capela-mor. O retábulo principal (1605) é um trabalho maneirista. Prisão Medieval e AcadémicaTendo a Universidade um foro próprio, era natural que a instituição dispusesse de um local de cárcere para os escolares condenados no âmbito desse direito privado. Assim, o cárcere situava-se (desde 1782 até à extinção do foro em 1832) no piso inferior da Casa da Livraria, sendo composto de pequenas salas abobadadas, sem luz directa, que os frequentadores forçados consideravam insalubres.
Sala das Armas
A Sala das Armas fazia parte da ala real do antigo paço. Alberga a panóplia das armas (alabardas) da Guarda Real Académica, que ainda hoje são utilizadas pelos Archeiros (guardas) nas cerimónias académicas solenes.
Sala dos Capelos
É nesta sala que actualmente têm lugar as mais importantes cerimónias académicas, designadamente os Doutoramentos solenes, "honoris causa", Investidura do Reitor e Abertura Solene das Aulas. Inicialmente, foi a sala do trono do Palácio Real de Coimbra. Na segunda metade do séc. XVII foi remodelada, tendo ficado com o aspecto actual. No começo do séc. XVIII, as coberturas foram renovadas e as paredes superiores decoradas com telas que representam todos os reisde Portugal, enquanto o lambril foi coberto com azulejos do tipo tapete, fabricados em Lisboa. O tecto, apainelado, com decoração de grinaldas e grotescos pintados, exibe a data de 1655.
Sala do Exame Privado
A sala onde, até à segunda metade do século XIX, se realizava o exame privado (que antecedia o doutoramento), reformada nos anos de 1701/ 1702, apresenta os retratos dos reitores dos séculos XVI a XVIII. No tecto, como nas sobreportas, vêem-se os emblemas das Faculdades. O lambril de azulejos de albarrada, azuis e brancos, são de feitura conimbricense do século XVIII.
Igreja de Santa Cruz – Panteão Nacional
Iniciado em 1131, sob o patrocínio de D. Afonso Henriques, e entregue à ordem dos Cónegos Regrantes de St.º Agostinho. De entre os notáveis que frequentaram a escola do Mosteiro, destaca-se St.º António, que em Coimbra tomou as ordens de S. Francisco. A igreja românica teve plano do arquitecto francês Roberto. Das obras promovidas pelo Rei D. Manuel I, destacam-se as abóbadas atribuídas a mestre Boitaca, ou o notável cadeiral manuelino, de 1513, e cujo coroamento tem temática alusiva aos descobrimentos Portugueses. Merecem igual destaque as encomendas régias a Nicolau Chanterenne, para a execução dos jacentes dos túmulos reais, em estilo renascentista. Afonso Henriques e Sancho I, primeiros reis de Portugal, repousam em elegantes arcas tumulares, na capela-mor da igreja, hoje Panteão Nacional. A fachada do mosteiro exibe elementos estruturais românicos conjugados com a decoração do portal, do século XVI. O Arco Triunfal que precede a frontaria é do século XIX. Nas traseiras do conjunto monástico, situa-se o Claustro da Manga, bela construção renascentista de uma pureza de estilo raramente ultrapassada. A obra, antigamente conhecida por Fonte da Manga, situava-se no centro de um dos três claustros do Mosteiro de Santa Cruz. O Claustro do Silêncio é manuelino do século XVI, e inclui quatro baixos-relevos, com cenas da Paixão, da autoria de Nicolau Chanterenne.
Sé Velha
templo actual data da segunda metade do século XII, tendo sido aberto ao culto em 1184 e segue o estilo românico coimbrão da segunda fase. Com projecto do francês Mestre Roberto, a igreja tem um exterior robusto, simétrico, com escassas aberturas e coroamento de ameias.
O portal central tem decoração de clara influência islâmica, enquanto que a porta lateral, chamada "Porta Especiosa", atribuída a João de Ruão, revela elegante decoração renascentista. No interior, ao longo das naves laterais distribui-se a galeria do trifório. Destaque especial para o retábulo da capela-mor, em gótico flamejante, datado de cerca de 1498 e executado pelos escultores flamengos Olivier de Gand e Jean d'Ypres. O retábulo da Capela do Santíssimo Sacramento, completado com uma elegante cúpula de cartelas, em estilo maneirista, data de 1566 e foi executado por João de Ruão. O claustro, gótico, iniciou-se em 1218, nele se destacando os capitéis naturalistas.
O portal central tem decoração de clara influência islâmica, enquanto que a porta lateral, chamada "Porta Especiosa", atribuída a João de Ruão, revela elegante decoração renascentista. No interior, ao longo das naves laterais distribui-se a galeria do trifório. Destaque especial para o retábulo da capela-mor, em gótico flamejante, datado de cerca de 1498 e executado pelos escultores flamengos Olivier de Gand e Jean d'Ypres. O retábulo da Capela do Santíssimo Sacramento, completado com uma elegante cúpula de cartelas, em estilo maneirista, data de 1566 e foi executado por João de Ruão. O claustro, gótico, iniciou-se em 1218, nele se destacando os capitéis naturalistas.
Sé Nova
templo pertenceu ao colégio da Companhia de Jesus até à sua expulsão de Portugal, em 1759. As obras iniciaram-se em 1598, mas a Igreja só foi sagrada em 1640.
A fachada divide-se em duas fases distintas de construção e concepção. O interior do templo é em plano de cruz latina, com abóbadas de berço e uma cúpula no cruzeiro, com púlpitos quase no centro da igreja, numa concepção artística da contra-reforma.
A fachada divide-se em duas fases distintas de construção e concepção. O interior do templo é em plano de cruz latina, com abóbadas de berço e uma cúpula no cruzeiro, com púlpitos quase no centro da igreja, numa concepção artística da contra-reforma.
Convento de Santa Clara-a-Nova
conjunto monástico, iniciado em 1649, veio substituir o primitivo cenóbio das monjas clarissas, que o leito do rio Mondego havia arruinado.
O edifício é em estilo barroco, sóbrio e utilitário, ponteado por torreões. Na igreja, guarda-se, no retábulo da capela-mor, a urna de prata e cristal, do séc. XVII, onde é venerado o corpo da Rainha Santa Isabel. O túmulo primitivo da padroeira da cidade, em pedra, executado por Mestre Pêro em 1330, encontra-se no coro baixo da igreja. O claustro de 1733, tem risco de Carlos Mardel.
O edifício é em estilo barroco, sóbrio e utilitário, ponteado por torreões. Na igreja, guarda-se, no retábulo da capela-mor, a urna de prata e cristal, do séc. XVII, onde é venerado o corpo da Rainha Santa Isabel. O túmulo primitivo da padroeira da cidade, em pedra, executado por Mestre Pêro em 1330, encontra-se no coro baixo da igreja. O claustro de 1733, tem risco de Carlos Mardel.
LOCAIS PARA A CRIANÇADA
Portugal dos Pequenitos com visitas guiadas
Portugal dos Pequenitos com visitas guiadas
O Portugal dos Pequenitos sugere-lhe uma viajem pelos principais monumentos nacionais, pelas tradições e cultura portuguesa e pela época em que o país partiu à descoberta de novos mundos. Tudo em ponto pequeno e pensado para as crianças.
O programa de animação do parque destaca ainda a realização de um conjunto de workshops.
O Portugal dos Pequenitos, a comemorar 70 anos, é composto por cinco áreas distintas – Países de Expressão Portuguesa, Portugal Insular, Portugal Monumental, Coimbra e Casas Regionais. O parque inclui ainda um parque infantil, o Relógio do Sol e três museus: o Museu do Mobiliário, o Museu do Traje e o Museu da Marinha.
Por enquanto estes são os comentários retirados de http://rotas.turismodecoimbra.pt/, logo logo acrescentarei os meus comentários e fotos.
Teresa
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